domingo, 31 de março de 2013

O CRIME COMO PASTA DE DENTE.



*IMAGENS: LARRY CLARK E NAN GOLDIN
O AMOR FUNCIONA COMO UMA EXPERIÊNCIA LIMITE, EM QUE O INDIVÍDUO PERDE SUA AUTONOMIA E SE FUNDE EM ALGO MAIOR E PORTANTO, DESESPERADOR! O AMOR PROPICIA UM CONTATO -DECORRENTE DA CARÊNCIA- COM A UNIDADE DO SER, AFORA AS SEPARAÇÕES QUE O MUNDO SENSÍVEL E INSENSÍVEL OFERECE.
A COMUNICAÇÃO ENTRE O EU E O OUTRO, PORTANTO, SÓ É EFETIVA QUANDO AMBOS RECONHECEM EM SI UMA MESMA ESSÊNCIA, QUE É INCORPÓREA, ADMITAMOS, SOMOS SERES SOLITÁRIOS!
O AMOR É UMA FORMA PRIVILEGIADA DE QUE DISPOMOS PARA CONHECER ESSE OUTRO, QUE PODE SER TANTO O SER AMADO QUANDO UMA DENOMINAÇÃO PARA O PRÓPRIO EU, POIS UMA ROSA É UMA ROSA QUE É UMA ROSA E NADA MAIS ALÉM DISSO.

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